A reportagem da Telesur aborda a variedade de nacionalidades presentes na Copa do Mundo de 2026. Além da questão óbvia do aumento do número de seleções participantes, que faz com que existam mais nações nessa edição, um tema muito recorrente no debate sobre a competição, é a quantidade de jogadores que não representam o país em que nasceram e que possuem mais de uma nacionalidade.
Esses jogadores são alvos de ataques racistas e xenofóbicos, mas no vídeo publicado na rede social da emissora, o destaque é positivo e traz opiniões de diversas pessoas que valorizam essa pluralidade e apreciam os impactos da globalização no futebol.
O pesquisador Irlan Simões, coordenador da linha “Clubes e Empresas do Futebol” do Observatório, traz fatos históricos e observa a influência dessa mistura de povos na seleção argentina, causada pela migração de italianos ao país, e na brasileira, resultado da escravização dos africanos no período colonial.

